Em Barreiras, Jaques Wagner relembra movimento separatista e dispara: “Nada resiste ao trabalho”
Senador participou de PGP na cidade

Durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026 realizada neste sábado (27), em Barreiras, o senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou que os grandes investimentos recentes na Bacia do Rio Grande são frutos diretos das demandas ouvidas da população em 2022.
Ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do ministro Rui Costa, Wagner defendeu que a entrega de obras é a única resposta legítima ao voto do cidadão. “Realizamos o PGP para não errar. Esse é o jeito democrático de governar”, declarou.
As principais entregas na Bacia do Rio Grande
O senador listou investimentos estratégicos que saíram do papel na região do Oeste baiano nos últimos anos, destacando impactos na saúde, educação e infraestrutura:
- Saúde: Inauguração da área de radioterapia do Hospital do Oeste e o novo Hospital de São Desidério.
- Educação: Implantação do Colégio de Tempo Integral em Luís Eduardo Magalhães.
- Infraestrutura: Pavimentação das rodovias BA-447 e BA-465.
Fim do discurso separatista no Oeste da Bahia
Wagner relembrou o cenário político de 2006, quando disputou o governo do estado pela primeira vez. Na época, existia um forte movimento que defendia a separação do Oeste para a criação de um novo estado, motivado pelo sentimento de que o governo baiano “só olhava para o mar”.
Para o senador, o modelo de escuta do PGP foi o responsável por mudar essa realidade e integrar o território.
“O que estava faltando na Bahia não era mais um estado, o que estava faltando era um governo capaz de respeitar os 417 municípios”, explicou Jaques Wagner.
Parceria com prefeituras e foco em 2026
O petista enfatizou que o grupo político consolidou sua força ao governar em parceria com os prefeitos locais, independentemente de bandeiras partidárias, seguindo o modelo adotado pelo presidente Lula nacionalmente.
Com o olhar voltado para as próximas eleições, Wagner encerrou o discurso reforçando o legado do partido no estado e defendendo a continuidade dos projetos liderados por Lula, Jerônimo Rodrigues, Rui Costa e por ele próprio no Senado.
“Conversa fiada, pastel de vento e falar ao microfone é fácil. Mas, no final das contas, nada resiste ao trabalho”, concluiu.



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