Rui Costa acusa ACM Neto de apoiar “escondidinho” Bolsonaro
“Tenta enganar a população”, disse

O candidato ao Senado pelo PT baiano, Rui Costa, subiu o tom contra o grupo do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto.
A acusação? De que a oposição estaria apoiando o ex-presidente Jair Bolsonaro de forma velada nas eleições de 2026 — uma manobra motivada pelo receio de reação do eleitorado baiano, peça-chave histórica nas vitórias presidenciais do PT.
A declaração foi dada durante entrevista ao podcast Política Ao Vivo, nesta sexta-feira (7).
“Eles usam essa estratégia de tentar enganar a população”, disparou Rui, relembrando um episódio em que o ex-prefeito ameaçou agredir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A fala de Rui chega na esteira de uma decisão da Justiça Eleitoral, que mandou retirar das redes sociais uma publicação que simulava um falso apoio de Lula a ACM Neto (União Brasil) e a outros nomes da oposição baiana.
“Ele tem vergonha de defender o candidato dele. Eles querem fazer a relação com Bolsonaro ‘escondidinho’, sem ninguém saber”, afirmou Rui. Ele detalhou ainda que a direita estaria acionando lideranças comunitárias para pedir votos a Bolsonaro de forma discreta, nos bastidores dos bairros. “Ele tem vergonha, porque sabe que o povo não gosta [de Bolsonaro] então ele esconde. Eu tenho orgulho de defender o meu. Lula foi o melhor presidente que esse país já teve”, completou.
“Guerra de alvarás” e críticas à mobilidade em Salvador
Além da pauta eleitoral, Rui Costa resgatou atritos do período em que governou o Estado, acusando a gestão municipal de tentar travar obras estaduais na capital. “Sabe quanto tempo eu esperei um alvará para construir a passarela do metrô? Um ano, 12 meses para liberar o alvará da passarela do metrô. Sabe quanto tempo eu esperei [o alvará] para fazer o paisagismo ao longo da Paralela? 11 meses. Hoje a gente vê a prefeitura fazer essa guerra contra a ponte. Parece que está torcendo contra”, continuou.
A artilharia também mirou a postura da Prefeitura frente às grandes obras de mobilidade executadas na capital com apoio do Governo Federal — como o VLT e a ponte Salvador-Itaparica.
“Ver o prefeito dizer que o VLT liga nada a lugar nenhum… Para eles, nada deve ser o subúrbio e lugar nenhum deve ser Cajazeiras. Estamos construindo 40 km de VLT em Salvador. É a maior obra de VLT do Brasil. É o maior investimento em andamento hoje de VLT do Brasil. R$ 5 bilhões. Ao invés do prefeito agradecer ao governador por essa obra, ele trata com desdém. Lugar nenhum é porque eles sempre viraram as costas para o Subúrbio e para a periferia”, concluiu.
O candidato ao Senado pelo PT baiano, Rui Costa, subiu o tom contra o grupo do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto.
A acusação? De que a oposição estaria apoiando o ex-presidente Jair Bolsonaro de forma velada nas eleições de 2026 — uma manobra motivada pelo receio de reação do eleitorado baiano, peça-chave histórica nas vitórias presidenciais do PT. A forte declaração foi dada durante entrevista ao podcast Política Ao Vivo, nesta sexta-feira (7).
“Eles usam essa estratégia de tentar enganar a população”, disparou Rui, relembrando um episódio em que o ex-prefeito ameaçou agredir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A fala de Rui chega na esteira de uma decisão da Justiça Eleitoral, que mandou retirar das redes sociais uma publicação que simulava um falso apoio de Lula a ACM Neto (União Brasil) e a outros nomes da oposição baiana.
“Ele tem vergonha de defender o candidato dele. Eles querem fazer a relação com Bolsonaro ‘escondidinho’, sem ninguém saber”, afirmou Rui. Ele detalhou ainda que a direita estaria acionando lideranças comunitárias para pedir votos a Bolsonaro de forma discreta, nos bastidores dos bairros.
“Ele tem vergonha, porque sabe que o povo não gosta [de Bolsonaro] então ele esconde. Eu tenho orgulho de defender o meu. Lula foi o melhor presidente que esse país já teve”, completou.
“Guerra de alvarás” e críticas à mobilidade em Salvador
Além da pauta eleitoral, Rui Costa resgatou atritos do período em que governou o Estado, acusando a gestão municipal de tentar travar obras estaduais na capital.
“Sabe quanto tempo eu esperei um alvará para construir a passarela do metrô? Um ano, 12 meses para liberar o alvará da passarela do metrô. Sabe quanto tempo eu esperei [o alvará] para fazer o paisagismo ao longo da Paralela? 11 meses. Hoje a gente vê a prefeitura fazer essa guerra contra a ponte. Parece que está torcendo contra”, continuou.
A artilharia também mirou a postura da Prefeitura frente às grandes obras de mobilidade executadas na capital com apoio do Governo Federal — como o VLT e a ponte Salvador-Itaparica.
“Ver o prefeito dizer que o VLT liga nada a lugar nenhum… Para eles, nada deve ser o subúrbio e lugar nenhum deve ser Cajazeiras. Estamos construindo 40 km de VLT em Salvador. É a maior obra de VLT do Brasil. É o maior investimento em andamento hoje de VLT do Brasil. R$ 5 bilhões. Ao invés do prefeito agradecer ao governador por essa obra, ele trata com desdém. Lugar nenhum é porque eles sempre viraram as costas para o Subúrbio e para a periferia”, concluiu.



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