Ronaldo Caiado é diagnosticado com pneumonia e continua internado em São Paulo
Candidato à Presidência está estável, respira sem ajuda de aparelhos e teve compromissos de campanha cancelados

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) foi diagnosticado com pneumonia e continua internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo.
A informação foi divulgada pela campanha do ex-governador de Goiás no fim da noite desta quinta-feira (10). Segundo o boletim médico, Caiado está clinicamente estável, respira espontaneamente e apresenta boa evolução.
Após a confirmação da pneumonia, a equipe médica responsável pelo candidato ajustou o tratamento. Ainda não há previsão de alta hospitalar.
Pneumonia foi identificada durante exames
Caiado deu entrada no hospital na manhã de quinta-feira com um quadro compatível com faringite aguda.
Durante a avaliação, uma tomografia de tórax identificou a pneumonia. A internação fez com que compromissos que estavam previstos na agenda de campanha fossem cancelados.
Entre as atividades estava uma visita ao Centro de Inteligência, Comunicação e Monitoramento da Guarda Civil Municipal de Vinhedo, no interior de São Paulo.
O candidato também participaria do podcast Inteligência LTDA.
Agenda desta sexta foi cancelada
Os compromissos de campanha que estavam programados para esta sexta-feira (11) também foram desmarcados pela campanha de Caiado.
Até o momento, a equipe do candidato não informou quando ele deverá retomar as atividades públicas.
Caiado promete quatro mulheres no STF
Antes da internação, Ronaldo Caiado havia afirmado que pretende indicar quatro mulheres para o Supremo Tribunal Federal (STF) caso seja eleito presidente da República.
A declaração foi feita na sexta-feira (4), durante sabatina promovida pela revista Veja.
“Vou indicar quatro mulheres para o Supremo”, afirmou o candidato.
Segundo Caiado, a escolha de mulheres para as vagas que surgirem durante seu mandato teria como objetivo recuperar a credibilidade da Corte e promover o que classificou como um “choque de realidade” no STF.



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