Polícia Civil pede que Bolsonaro deponha sobre arma apreendida em blitz
A pistola, registrada em nome de Bolsonaro, estava no carro de um militar do Gabinete de Segurança Institucional

A Polícia Civil do Distrito Federal solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que o ex-presidente Bolsonaro (PL) deponha no inquérito sobre a arma de fogo apreendida em uma blitz na segunda-feira (15).
A pistola, registrada em nome de Bolsonaro, estava no carro de um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que atua na segurança do ex-presidente. A arma foi apreendida por não estar acompanhada do certificado de registro.
No pedido a Moraes, a Polícia Civil do DF sugere que Bolsonaro seja ouvido por videoconferência na tarde da próxima quarta-feira (24).
O ex-presidente está em prisão domiciliar desde 24 de março, quando deixou o Hospital DF Star, em Brasília, após tratamento de uma pneumonia bacteriana. Antes disso, estava detido no 19º Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, conhecido como Papudinha. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão na ação penal que apurou a tentativa de golpe de Estado.
“Esclarece-se que a tentativa de cumprimento da intimação pessoal restou infrutífera, uma vez que a equipe de escolta responsável não permitiu a efetivação do ato, impossibilitando a ciência pessoal do intimando”, diz o ofício.



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