Pé na Escola: Carlos Muniz pede urgência em ajustes após recomendação do MPF
Saiba qual opinião do presidente da Câmara sobre o tema

A suspensão temporária das matrículas no programa Pé na Escola repercutiu na Câmara Municipal de Salvador nesta segunda-feira (27).
O presidente da Casa, Carlos Muniz (PSDB), comentou a decisão da Secretaria Municipal da Educação, que interrompeu o processo para se adequar a recomendações do Ministério Público Federal (MPF).
Para Muniz, o recuo da gestão municipal é um movimento de prudência diante da fiscalização.
“Foi algo que o Ministério Público Federal propôs e foi acatado pelo município, pelo Executivo Municipal. Eu acho que ele deve ter todo o cuidado, saber se o que o Ministério Público encomendou é verdadeiro, para que não haja problema”, afirmou o chefe do Legislativo.
Fiscalização e Rigor
O parlamentar reconheceu o papel legítimo do MPF como órgão fiscalizador, mas alertou que o cenário agora exige uma atenção redobrada por parte da Prefeitura para evitar erros no programa de auxílio escolar.
“Eu acho que como o órgão fiscalizador, que foi o Ministério Público, fez uma recomendação ele tem todo o direito de fazer o que está fazendo, então tem que ter um cuidado agora ainda maior do que o que ele tinha antes”, reforçou Muniz.
Prioridade
Apesar de apoiar o rigor administrativo, o presidente da Câmara demonstrou preocupação com o impacto social da suspensão.
Ele defendeu que os ajustes técnicos não podem se tornar um obstáculo para o acesso à educação, cobrando agilidade na resolução do impasse.
“Agora eu tenho a certeza de que as crianças não podem ficar sem os cuidados necessários que tinham nessas escolas, então isso aí tem que ser feito o mais rápido possível”, concluiu o parlamentar.



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