Mulher presa suspeita de desviar quase R$ 3 milhões de empresas levava vida de luxo

Uma funcionária presa durante a Operação Fluxo Oculto é investigada por comandar um esquema de transferências fraudulentas que teria causado um prejuízo de quase R$ 3 milhões a cinco empresas do setor de construção civil e incorporação imobiliária.
De acordo com as investigações, a suspeita recebia um salário mensal de R$ 3 mil, mas passou a chamar a atenção dos empregadores pelo padrão de vida luxuoso. Veículos, roupas caras e outros objetos de alto valor fizeram com que os donos das empresas começassem a desconfiar da funcionária.
Diante da ostentação considerada incompatível com os rendimentos, as empresas iniciaram uma auditoria interna e, posteriormente, o caso foi levado à Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC).
Segundo a Polícia Civil, a investigada aproveitava a função que exercia para simular situações de urgência financeira e possíveis riscos de multas, conseguindo a aprovação rápida de transferências via Pix e evitando a fiscalização dos sócios.
Entre abril de 2025 e maio de 2026, foram identificadas cerca de 386 transações suspeitas, que somaram R$ 2.931.689,58 em prejuízos. A funcionária foi presa na quinta-feira (27).



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