Jerônimo Rodrigues entrega tratores em Boa Vista do Tupim e prestigia tradicional Cavalgada da Esperança
Visita combinou ações de incentivo à economia do campo e valorização da identidade cultural sertaneja

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) cumpriu agenda oficial neste domingo (17) no município de Boa Vista do Tupim, localizado na Chapada Diamantina. A visita combinou ações de incentivo à economia do campo e valorização da identidade cultural sertaneja, com a entrega de novos equipamentos para a agricultura familiar e a participação do chefe do Executivo baiano na IV Cavalgada da Esperança.
Por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), o Estado realizou a doação de dois tratores agrícolas equipados com implementos, dois gradões e 30 barracas padronizadas para feiras livres. O maquinário foi destinado diretamente aos sindicatos de produtores rurais para modernizar o trabalho e ampliar a produtividade das associações locais.
“Aproveitamos a vinda para fazer entregas importantes para fortalecer a produção rural e prestigiar também a programação cultural, que teve o nosso apoio. Que seja uma festa de muita alegria e paz”, declarou o governador ao destacar o papel do associativismo no interior da Bahia.
A comitiva governamental acompanhou o desfile cultural que mobilizou centenas de vaqueiros, moradores e turistas regionais. A concentração dos cavaleiros e amazonas ocorreu nas dependências da Escola Municipal Abraham Lincoln, de onde os participantes seguiram em cortejo pelas principais vias da cidade. Jerônimo realizou o percurso montado a cavalo até a Igreja Matriz Imaculado Coração de Maria, local em que foi celebrada a tradicional missa com a bênção aos vaqueiros.
A forte herança cultural que rege a celebração foi destacada por moradores da zona rural do município. A lavradora Emanuela Cerqueira, residente no Assentamento Aliança, relatou a conexão de sua família com a lida do campo e a importância da manutenção dessas manifestações populares na Chapada Diamantina.
“Há 30 anos eu vim morar aqui com meu esposo, que sempre gostou de cavalo. Aí eu também comecei a participar e me apaixonei. O pai dele foi vaqueiro, ele também é, meu filho toma conta de fazenda, então isso já faz parte da nossa vida. A gente ama essa tradição e é muito importante ter esse apoio do Estado para manter a cultura viva”, testemunhou a trabalhadora rural.



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