Jaques Wagner chama estratégia de ACM Neto de “oportunismo” para “enganar eleitor”
Para Wagner, todos os nomes ligados a ACM Neto são contrários ao projeto político do presidente Lula

O senador e candidato à reeleição ao Congresso pela chapa governista, Jaques Wagner (PT-BA), criticou a estratégia adotada pela oposição na Bahia, liderada por ACM Neto (União Brasil). Segundo o parlamentar, o ex-prefeito de Salvador tenta simular um “palanque aberto” a diferentes nomes na disputa presidencial, mas estaria recorrendo a um “oportunismo” para “enganar o eleitor” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Para Wagner, todos os nomes ligados a ACM Neto são contrários ao projeto político do presidente.
“É uma cortina de fumaça que tentam usar para enganar a população. O que tem de unidade entre eles? Os três candidatos [Caiado, João Roma e Coronel] que cabem no palanque dele são os que falam mal de Lula, e ele fica escondido tentando enganar a população”, afirmou.
“Palanque anti-Lula”
O parlamentar também rebateu as projeções da oposição sobre uma eventual queda no desempenho eleitoral de Lula na Bahia em comparação com 2022. Wagner afirmou que as pesquisas apontam a manutenção da força da base governista no estado e que o presidente segue com patamares elevados de aprovação.
“Vejo Lula mantendo a mesma posição que tinha em 2022, ao ponto de a oposição ao governador Jerônimo fingir que não tem candidato à Presidência. Na verdade, o que a oposição na Bahia faz é um oportunismo que visa tentar enganar o eleitor do presidente Lula. [ACM Neto] diz que tem palanque aberto, mas tem uma coisa em comum: os três candidatos do palanque dele são anti-Lula”, analisou.
Para Wagner, à medida que a campanha eleitoral avançar, a estratégia adotada pela oposição ficará mais evidente para o eleitor.



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