“Quando os números são colocados lado a lado, fica evidente quem está ampliando investimentos”, diz Ângelo Almeida
Deputado analisou avanços da educação estadual e compara diretrizes de gestão com indicadores municipais de Salvador

O deputado estadual Ângelo Almeida (PT) avaliou o panorama educacional baiano ao analisar os indicadores da rede estadual em comparação com os dados registrados pela gestão municipal em Salvador. O parlamentar pontuou que os resultados do setor demonstram a relevância do planejamento orçamentário e da execução contínua de políticas públicas voltadas ao aprendizado.
No Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2025, o Ensino Médio da rede estadual registrou nota 3,8, consolidando o quarto avanço consecutivo no indicador. Entre 2023 e 2026, o Governo do Estado direcionou cerca de R$ 20 bilhões para a educação básica, sendo R$ 9,7 bilhões destinados à infraestrutura escolar e R$ 3,7 bilhões aplicados na valorização dos profissionais de ensino.
“O avanço contínuo no Ideb e a alocação expressiva de recursos refletem um compromisso estruturado com o fortalecimento da escola pública e do corpo docente”, destacou Ângelo Almeida.
Paralelamente à evolução nas médias gerais, a rede estadual registrou progresso em áreas específicas como Português e Matemática, além de expressiva diminuição nos índices de reprovação e evasão escolar no Ensino Médio. O fortalecimento do aprendizado refletiu-se também no aumento de aprovações de alunos de escolas públicas no ensino superior via Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e nos desempenhos de destaque no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
“A redução do abandono escolar aliada à maior presença de jovens da rede pública nas universidades públicas comprova a efetividade do acompanhamento pedagógico”, avaliou o parlamentar.
Ao abordar a situação da capital baiana, o deputado apresentou ressalvas sobre os indicadores locais, citando oscilações observadas por Salvador no Ranking de Competitividade dos Municípios no pilar da educação. O parlamentar ressaltou ainda a importância do acompanhamento por parte dos órgãos de controle em relação ao atendimento das demandas na educação infantil.
“A oposição pode apresentar propostas desenvolvidas com o auxílio de novas tecnologias, mas o debate central deve se pautar pela apresentação de resultados concretos para os estudantes”, concluiu Ângelo.



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