Bahia amplia atuação em Economia Solidária com adesão de 27 municípios
Iniciativa busca unir forças entre o Governo do Estado e as prefeituras

A política de Economia Solidária ganhou um novo e importante impulso na Bahia.
Nesta sexta-feira (14), gestores municipais e representantes da sociedade civil se reuniram em Salvador para selar a adesão de 27 cidades à estratégia de municipalização do programa.
A iniciativa busca unir forças entre o Governo do Estado e as prefeituras para alavancar a inclusão social, a sustentabilidade e a geração de oportunidades no interior baiano.
Apoio direto a cooperativas bi e pequenos produtores
Com a assinatura do termo, os municípios passam a integrar formalmente a rede estadual e receberão suporte direcionado para fortalecer:
- Cooperativas, associações e grupos produtivos;
- Agricultura familiar e bancos comunitários;
- Espaços públicos e feiras de comercialização.
Atualmente, a política estadual já impacta mais de 23 mil baianos. A estrutura conta com 23 Centros Públicos de Economia Solidária (Cesol), distribuídos por 24 territórios de identidade, prestando assistência a cerca de 2,5 mil empreendimentos.
Qualificação e alinhamento nacional
Além do fomento produtivo, a municipalização vai ampliar as ações de assistência técnica, qualificação profissional e apoio ao acesso a mercados.
A estratégia está alinhada às diretrizes da Lei Paul Singer (que institui o Sistema Nacional de Economia Solidária) e reforça o compromisso do estado em promover o crescimento econômico pautado pela preservação ambiental, valorização do trabalho e justiça social.



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