Bahia alcança marca inédita com a menor taxa de desemprego da história
Número de ocupados na Bahia ultrapassa 6 milhões

A economia baiana vive um momento emblemático. O estado encerrou o ano de 2025 com a menor taxa de desemprego de toda a série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012.
Segundo dados da SEI (Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia) e do IBGE, o índice de desocupação despencou para 8,7%.
Este número representa um recuo significativo frente aos 10,8% registrados em 2024 e marca o quarto ano consecutivo de queda — uma sequência positiva inédita para o estado.
Recorde de ocupação e queda no desalento
O cenário positivo é impulsionado pelo maior contingente de pessoas trabalhando já registrado na Bahia: 6,511 milhões de baianos ocupados. Com um crescimento de 3,4% no nível de ocupação, a Bahia superou as médias nacional e regional.
Além disso, outros indicadores sociais mostram melhora:
- Desempregados: Queda para 621 mil pessoas (menor nível histórico).
- Desalento: Redução para 500 mil pessoas, o patamar mais baixo desde 2015.
O que explica o “Boom” do Emprego na Bahia?
Para o secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, o resultado é fruto de uma gestão focada em atração de investimentos e qualificação.
“Buscamos atrair novas empresas e fortalecer as existentes, além de um programa de qualificação que já certificou mais de 25 mil pessoas. Modernizamos a Rede SineBahia e lançamos projetos inovadores, como a Casa do Trabalhador no Metrô de Pituaçu e o fortalecimento do Credibahia”, destaca o secretário.
Renda volta a crescer
Não foi apenas a quantidade de vagas que aumentou, mas também o poder de compra. O rendimento médio real atingiu R$ 2.284, o maior valor desde 2020. Já a massa de rendimento — a soma de todos os salários do estado — bateu o recorde de R$ 14,587 bilhões.
O diretor-geral da SEI, José Acácio Ferreira, reforça que o avanço simultâneo do emprego e da massa salarial consolida a recuperação econômica estadual.



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