Vice de Flávio Bolsonaro será anunciado hoje; Michelle, Priscila Costa e Rogério Marinho disputam vaga

Nome que completará a chapa do PL para a eleição presidencial de 2026 será definido durante convenção nesta quarta-feira

Política
Vice de Flávio Bolsonaro será anunciado hoje; Michelle, Priscila Costa e Rogério Marinho disputam vaga
Vittor Sales/Divulgação

O nome que ocupará a vaga de vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) será conhecido nesta quarta-feira (5), último dia das convenções partidárias. A definição deve ocorrer até as 10h, antes de uma coletiva de imprensa marcada para as 11h.

Nos bastidores, três nomes seguem na disputa para compor a chapa: a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL) e o senador Rogério Marinho (PL-RN).

Três nomes seguem na disputa

A expectativa é de que a escolha seja anunciada ainda pela manhã, encerrando as especulações sobre quem acompanhará Flávio Bolsonaro na corrida pelo Palácio do Planalto.

Os três cotados possuem peso político dentro do campo conservador. Michelle Bolsonaro é considerada uma das principais lideranças do PL, enquanto Priscila Costa ganhou projeção nacional pela atuação na Câmara Municipal de Fortaleza. Já Rogério Marinho, ex-ministro e atual senador pelo Rio Grande do Norte, também aparece como um dos favoritos nos bastidores.

Centrão vê Rogério Marinho como favorito

Entre lideranças do Centrão, a avaliação é de que Rogério Marinho desponta como o principal candidato à vaga de vice.

Segundo interlocutores, o senador nunca escondeu de aliados o interesse em integrar a chapa presidencial, o que reforça a expectativa de que seu nome seja o escolhido.

União Brasil mantém neutralidade

Enquanto o PL define a composição da chapa, o União Brasil decidiu não apoiar oficialmente nenhum candidato à Presidência da República.

Durante a convenção realizada na terça-feira (4), o presidente nacional da legenda, Antonio Rueda, anunciou que o partido permanecerá neutro na disputa e liberará seus filiados para manifestarem apoio aos candidatos de sua preferência.

A decisão também foi adotada pelo Progressistas (PP), já que ambas as siglas integram a Federação União Progressista. A posição representa um revés para a estratégia de Flávio Bolsonaro, que buscava ampliar sua base de apoio por meio de uma aliança com o União Brasil.

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