“Salvador tem uma rede de ensino forte”, diz Bruno Reis após avanço no Ideb
Rede municipal passou de 5,3 para 5,6 nos Anos Iniciais e de 4,2 para 4,5 nos Anos Finais do Ensino Fundamental

A rede municipal de ensino de Salvador apresentou crescimento no Ideb 2025, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A capital baiana avançou 0,3 ponto nas duas etapas avaliadas do Ensino Fundamental.
Nos Anos Iniciais, a nota passou de 5,3 para 5,6. Já nos Anos Finais, o índice subiu de 4,2 para 4,5.
O resultado foi registrado após um ano marcado por uma greve dos profissionais da educação, que durou 74 dias e afetou o calendário escolar. Para recuperar as aprendizagens, a Secretaria Municipal da Educação (Smed) adotou um calendário especial, com extensão do ano letivo até fevereiro de 2026 e aulas em sete sábados.
“O resultado demonstra que, mesmo diante de um ano desafiador, conseguimos preservar a aprendizagem dos nossos alunos. Após o encerramento da paralisação, mobilizamos toda a rede para recuperar o tempo perdido, com o empenho dos nossos professores, e ampliamos as ações de reforço escolar, como o Aprender+, que foi fundamental para a recomposição dos conteúdos. O avanço no Ideb mostra que Salvador tem uma rede de ensino forte, com profissionais dedicados e investimentos constantes”, afirmou o prefeito Bruno Reis.
Segundo a Prefeitura, desde 2021 foram entregues 45 novas escolas municipais, enquanto outras sete estão em fase final de obras. A gestão também planeja licitar mais 28 unidades, com a meta de chegar a 80 novas escolas construídas.
“Como eu sempre digo, o nosso objetivo é fazer com que a criança se sinta tão bem na escola como se sente na casa dela, e que os pais se sintam seguros de deixar os filhos na escola, para que possam trabalhar sossegados. Por isso, estamos construindo escolas modernas, climatizadas, tecnológicas e acolhedoras, oferecendo uma estrutura de excelência que estimule o aprendizado e desperte o interesse dos estudantes em permanecer na sala de aula”, acrescentou Bruno Reis.



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