Rui Costa diz que oposição na Bahia esconde ligação com Bolsonaro: “Time das 700 mil mortes”
Ex-ministro participou do PGP em Irecê neste sábado, 2

O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa, subiu o tom contra os adversários políticos durante o primeiro encontro do Programa de Governo Participativo (PGP) da chapa de Jerônimo Rodrigues, em Irecê.
Em um discurso marcado pelo confronto direto, Rui acusou a oposição baiana de tentar “esconder” sua proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro para evitar o desgaste eleitoral no estado.
O “Time das 700 mil mortes”
Ao lado do governador Jerônimo e do senador Otto Alencar, Rui Costa não poupou críticas aos senadores da ala opositora, vinculando-os diretamente à gestão federal anterior. O ex-ministro foi incisivo ao rotular os adversários como representantes de um projeto que negligenciou o país nos últimos anos.
“A minha campanha com Jaques Wagner será assim: ‘os dois senadores de Lula da Bahia’. E esse debate será mais fácil, porque os outros dois senadores já disseram que são candidatos do time das 700 mil mortes pela Covid, são os candidatos das 86 mil casas paralisadas”, disparou Rui.
Segundo ele, a estratégia da oposição de omitir apoios é fruto do medo da rejeição popular. “Como ele sabe que o povo da Bahia tem consciência de que o estado é um antes e outro depois de Lula, ele se esconde sem dizer em quem vota”, pontuou, referindo-se ao principal nome da oposição no estado.
Base de apoio e “Vida Concreta”
Para Rui, a eleição de uma bancada de deputados e senadores alinhados ao presidente Lula é a única forma de garantir a continuidade dos avanços na Bahia.
Ele utilizou a expansão da saúde e educação no interior como provas do sucesso do modelo petista, contrastando com o período em que, segundo ele, não havia tratamentos complexos fora da capital.
A plenária em Irecê reuniu mais de 2 mil pessoas e contou com a presença de 16 dos 20 prefeitos da região, consolidando a força da base governista no interior.



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