PT avalia que avanço do Programa de Governo Participativo incomoda oposição na Bahia

De acordo com o dirigente, adversários políticos tentam lançar um modelo semelhante ao programa

Política
PT avalia que avanço do Programa de Governo Participativo incomoda oposição na Bahia
Presidente do PT na Bahia, Tássio Brito | Foto: Divulgação

O avanço do Programa de Governo Participativo (PGP), coordenado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), tem provocado reação da oposição baiana, segundo avaliação do presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Tássio Brito. De acordo com o dirigente, adversários políticos tentam lançar um modelo semelhante ao programa, mas enfrentam dificuldades por falta de credibilidade e diálogo com lideranças do interior.

Sem citar diretamente nomes do projeto oposicionista, Tássio afirmou que a proposta não teria a mesma capacidade de mobilização popular do PGP. O dirigente também criticou o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, apontando um histórico de decisões centralizadas e distanciamento de lideranças municipais.

“Enquanto o PGP reúne prefeitos, vereadores, movimentos sociais e milhares de participantes em plenárias regionais, a oposição sofre com a falta de capilaridade no estado”, afirmou o presidente do PT baiano.

Segundo Tássio Brito, o Programa de Governo Participativo se consolidou como uma ferramenta de construção democrática ao promover plenárias, encontros temáticos e escuta popular nos 27 territórios de identidade da Bahia. O objetivo, de acordo com ele, é definir prioridades para áreas como saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento social.

O dirigente destacou ainda que o diferencial do programa está na participação popular permanente e no diálogo com prefeitos, movimentos sociais, juventude, trabalhadores e lideranças comunitárias. Para ele, o modelo fortalece a formulação de políticas públicas alinhadas às demandas da população.

“O sucesso do programa está na credibilidade construída junto ao povo baiano. O PGP não é ação de marketing, é compromisso com participação popular”, declarou Tássio Brito. construção coletiva”, afirma Tássio. Segundo ele, a iniciativa da oposição é mais uma tentativa de criar fato político sem conteúdo real. “Sem diálogo verdadeiro e sem conexão com o interior, o evento promovido por ACM Neto não convence e reforça a percepção de uma estratégia voltada apenas para propaganda eleitoral”.

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