Professores de Lauro de Freitas participam de formação continuada
Segundo a gestão municipal, a iniciativa teve como objetivo fortalecer as práticas pedagógicas

Professores de Língua Portuguesa dos anos finais do Ensino Fundamental da rede municipal de Lauro de Freitas participaram, nesta terça-feira (19), de uma formação continuada promovida pela Secretaria Municipal de Educação (Semed).
Segundo a gestão municipal, a iniciativa teve como objetivo fortalecer as práticas pedagógicas e contribuir para a recomposição da aprendizagem dos estudantes do 6º ao 9º ano.
Realizado mensalmente, o encontro reúne educadores em um espaço de troca de experiências e construção coletiva de estratégias de ensino. Durante a atividade, foram discutidas habilidades e competências essenciais da disciplina, com foco em oralidade, leitura, escrita, escuta e análise linguística, além de metodologias voltadas para uma aprendizagem mais significativa.
A formação foi conduzida pela doutora em Literatura e Cultura Simone Jesus Santos, que destacou a importância do aperfeiçoamento profissional em serviço.
“Partimos sempre da experiência do professor, considerando as diferentes realidades vivenciadas em sala de aula. A partir das trocas, debates e reflexões, pensamos juntos em estratégias para inovar e fortalecer o ensino da Língua Portuguesa, sempre em diálogo com outras áreas do conhecimento e com a diversidade dos nossos estudantes”, destacou.
O grupo também contou com a participação do técnico educacional Harry Ferreira Pinto, natural de Guiné-Bissau, que apresentou um panorama sobre a língua portuguesa em seu país.
“Fui convidado para conversar com os professores sobre a língua portuguesa na Guiné-Bissau e como ela se relaciona com a nossa cultura. Embora o português seja a língua oficial, utilizada na educação, na economia e em áreas institucionais, convivemos também com outros idiomas, como o crioulo, que faz parte da nossa identidade cultural. A proposta é apresentar um pouco da história da África e da Guiné-Bissau para os professores da rede municipal”, disse.
Para a professora Laís Paes, da Escola Municipal Ipitanga, as formações são importantes para ampliar o repertório pedagógico e promover o intercâmbio entre profissionais de diferentes unidades escolares.
“Essas formações coletivas são muito importantes porque nos permitem trocar experiências com colegas de outras escolas e aprimorar nossa prática pedagógica a partir dos conhecimentos compartilhados. Além de ser um momento de crescimento profissional, também é um espaço de confraternização. Hoje, por exemplo, a formadora trouxe um conto muito interessante, que já despertou várias ideias de atividades para desenvolver com os estudantes em sala de aula”, ressaltou.



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