Prefeitura inicia urbanização da comunidade Pé Preto; projeto prevê 270 moradias
A intervenção também contemplará a implantação de infraestrutura urbana completa para a região

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), assinou, nesta sexta-feira (26), a ordem de serviço que deu inícios as obras do projeto habitacional e de urbanização que prevê a construção de 270 novas moradias para famílias em situação de vulnerabilidade social na comunidade Pé Preto, localizada no bairro do Nordeste de Amaralina.
A intervenção também contemplará a implantação de infraestrutura urbana completa para a região, com equipamentos comunitários e espaços comerciais, totalizando investimentos de mais de R$ 50 milhões, entre recursos federais e municipais. De acordo com a Superintendência de Obras Públicas (Sucop), o prazo previsto para conclusão é de 14 meses.
“Mais um conjunto habitacional que a Prefeitura constrói. Ao longo dos últimos anos, projetos similares foram desenvolvidos na região do Mané Dendê, nas comunidades do Barro Branco e Guerreira Zeferina. Agora, chegou a vez daqui do Pé Preto, um lugar onde as pessoas moravam em barracos de madeira, sem esgotamento sanitário, sem água e em condições precárias”, destacou o prefeito, acrescentando que o município desenvolveu o projeto e fez a captação dos recursos.
Projeto de urbanização do Pé Preto
Elaborado pela Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), o projeto de urbanização da comunidade do Pé Preto contempla a construção de 270 unidades habitacionais, distribuídas em 19 módulos residenciais. Serão erguidas 262 moradias geminadas, de dois e três quartos, além de oito unidades mistas, destinadas à residência com espaço para comércio.
O projeto inclui ainda 25 boxes comerciais, duas unidades comunitárias, implantação de redes de água e esgoto, drenagem, pavimentação, iluminação pública, entre outras intervenções.
Antes do início desta segunda fase do projeto, a Prefeitura havia investido R$ 7,3 milhões em recursos próprios para a demolição dos imóveis precários que existiam na localidade. Enquanto as obras das habitações são executadas, os moradores contemplados pela iniciativa estão recebendo Aluguel Social e contam com acompanhamento permanente das equipes de assistência social. Além disso, a Prefeitura vai conceder três salários mínimos para cada família comprar móveis.
Confira projeções






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