Plano Estratégico da Polícia Civil da Bahia estabelece metas de modernização até 2035

A Polícia Civil da Bahia lança nesta terça-feira (27), das 8h às 12h, o Plano Estratégico Organizacional (PEO) para o período de 2026 a 2035. A solenidade será realizada no Auditório Mestre Álvaro, no Centro de Operações e Inteligência (COI), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. O documento estabelece objetivos, metas e indicadores para orientar as ações da instituição e avaliar os resultados ao longo da próxima década.
Elaborado durante quase 15 meses, com a participação de representantes da gestão e de servidores em oficinas de trabalho, o plano reúne diretrizes para o desenvolvimento institucional e a organização de projetos prioritários. A visão para 2035 é posicionar a Polícia Civil da Bahia entre as cinco polícias judiciárias mais bem avaliadas do país, com foco no aprimoramento da elucidação de infrações penais e na recuperação de ativos.
Entre as prioridades estão o aperfeiçoamento da investigação criminal, o fortalecimento da investigação patrimonial, a modernização de processos, a incorporação de tecnologias e a profissionalização da gestão. O planejamento também prevê ações voltadas à valorização, ao desenvolvimento e ao engajamento dos servidores, além do fortalecimento da gestão participativa e da relação de confiança com a sociedade.
O PEO está estruturado em quatro perspectivas: Governança e Gestão, Pessoas e Cultura, Excelência Profissional e Valor Social. Os eixos abrangem desde a melhoria das condições de funcionamento da instituição e o desenvolvimento dos profissionais até a qualificação da atividade investigativa e os resultados entregues à população.
Acompanhamento das metas
A execução do plano será organizada em projetos e iniciativas vinculados a indicadores e metas. O Comitê de Gestão Estratégica (CGE) será responsável pela deliberação e orientação estratégica, enquanto o Escritório de Gestão de Projetos e Processos (EGPP) atuará na coordenação técnica e metodológica da execução e do monitoramento.
O documento prevê ciclos de avaliação e revisão a cada dois anos, além de revisões extraordinárias conforme as regras estabelecidas. O acompanhamento permitirá avaliar o desempenho institucional e ajustar as iniciativas necessárias ao cumprimento dos objetivos definidos para 2035.



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