Papazoni grava segunda edição do projeto “Tudo Vira Pagode”
Projeto audiovisual aposta na mistura de ritmos, ganha clima intimista no Litoral Norte da Bahia e conta com participação da vocalista do Cheiro de Amor

O Papazoni escolheu o cenário de Praia do Forte, no Litoral Norte da Bahia, para gravar a segunda edição do projeto audiovisual “Tudo Vira Pagode”. O registro aconteceu no último sábado (26) e aposta em releituras de músicas conhecidas pelo público a partir da identidade e do swing do pagodão baiano.
Realizada ao ar livre e cercada pela natureza, a gravação seguiu o formato de uma roda de pagode. A proposta do projeto é levar para a sonoridade do Papazoni músicas originalmente ligadas a diferentes estilos da produção musical brasileira.
Para a nova edição, a banda realizou uma curadoria que reúne faixas da Música Popular Brasileira (MPB) e de outros gêneros. A seleção buscou canções que pudessem receber novos arranjos e ganhar características do pagodão.
A gravação também contou com a participação especial de Raquel Tombesi, vocalista da banda Cheiro de Amor.
“O Tudo Vira Pagode é um projeto que nos permite experimentar, sair da nossa zona de conforto e mostrar outras possibilidades dentro do pagodão. Nesta segunda edição, escolhemos músicas que fazem parte da história da música brasileira e colocamos a nossa identidade em cada uma delas”, destaca o cantor Felipe Gama.
Além das releituras, o cenário escolhido foi um dos elementos centrais do audiovisual. O ambiente de praia e o formato intimista buscaram reforçar a espontaneidade da roda de pagode e a interação entre os integrantes durante a apresentação.
“A gravação foi muito especial. Fizemos tudo em um clima de roda, com a natureza ao nosso redor e aquela energia gostosa que combina com o Papazoni. A ideia é que essa sensação chegue para quem assistir ao audiovisual e que o público se sinta parte desse momento com a gente”, afirma Felipe.
Com a segunda edição do “Tudo Vira Pagode”, o Papazoni mantém a proposta de experimentar novas possibilidades musicais sem deixar de lado as características do pagodão baiano, utilizando sucessos de outros gêneros como ponto de partida para novas versões.



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