Neto se mantém confiante para eleição municipal de 2028: “Ninguém vai se acovardar”
Ex-prefeito afirmou que seu grupo mantém presença política na capital baiana.

O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) demonstrou confiança na força de seu grupo político para a disputa pela prefeitura da capital baiana em 2028. Em entrevista à rádio CBN Salvador, na manhã desta sexta-feira (6), o político avaliou o cenário eleitoral e afirmou que o resultado das eleições estaduais de 2026 não será determinante para a próxima disputa municipal.
Ao comentar o avanço do PT em Salvador e as avaliações de opositores sobre uma possível derrota de seu grupo na sucessão do prefeito Bruno Reis (União Brasil), Neto reconheceu o peso político dos adversários, mas ressaltou que seu grupo também mantém presença na capital.
“Se de um lado eles têm um grupo que é forte, a gente reconhece, que tem peso político, do lado de cá nós também temos. E ninguém aqui tem medo, vai se acovardar, vai baixar a cabeça. A gente vai trabalhar”, afirmou.
Histórico eleitoral de Salvador
Durante a entrevista, o ex-prefeito destacou que o desempenho nas eleições estaduais não necessariamente se repete nas disputas municipais. Como exemplo, citou o histórico de vitórias do PT para o governo da Bahia e a ausência de conquistas do partido na Prefeitura de Salvador.
Neto também comparou o atual cenário político com o de quatro anos atrás, quando seu grupo havia perdido a disputa pelo governo estadual. Segundo ele, as condições para a próxima eleição municipal são diferentes e mais favoráveis ao seu grupo político.
O ex-prefeito ainda mencionou a articulação em torno da presidência da Câmara Municipal, com o nome de Alexandre Aleluia sendo apontado como consenso para a eleição prevista para a próxima segunda-feira (9). Para Neto, o cenário político e econômico nacional também será um fator a ser considerado na disputa de 2028.
Ao defender o legado de sua gestão à frente da capital baiana, ACM Neto afirmou que seu grupo pretende trabalhar para manter o apoio dos eleitores. “Eu diria que vai cair do cavalo quem apostar que em função do resultado de 2026 já tem alguma coisa decidida para 2028”, concluiu.



Comentários: