Messi provoca Inglaterra após classificação: “Sentíamos que eles não queriam mais jogar”
Craque argentino diz que equipe percebeu a queda de rendimento dos ingleses

Lionel Messi não escondeu a confiança da seleção argentina após a classificação para mais uma final de Copa do Mundo. Depois da vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra, de virada, o camisa 10 afirmou que os argentinos perceberam ainda durante a partida que o adversário havia perdido o controle do jogo e dificilmente conseguiria reagir.
Na saída de campo, o capitão da Argentina disse que o empate mudou completamente o cenário da semifinal e fez a equipe acreditar que a vaga seria conquistada ainda nos 90 minutos.
“Eles já não queriam mais jogar”
Segundo Messi, a Argentina passou a dominar a partida após igualar o placar e criou oportunidades de diferentes maneiras até encontrar o gol da classificação.
“Foi uma emoção muito grande. Quando empatamos, sentimos o apoio da torcida porque percebemos que poderíamos ganhar nos 90 minutos. Já os tínhamos encurralados. Entrávamos por dentro, por fora, criávamos chances com cruzamentos, passes em profundidade…”
Na sequência, o craque argentino provocou a seleção inglesa.
“Sentíamos que eles já não queriam mais jogar, e nós estávamos muito perto da vitória”, afirmou.
Torcida impulsionou a reação
Messi também fez questão de destacar a participação dos torcedores argentinos na virada.
Para o camisa 10, o ambiente criado nas arquibancadas após o gol de empate deu ainda mais confiança para a equipe pressionar a Inglaterra até confirmar a classificação para a decisão.
“Depois do 1 a 1, a torcida nos ajudou mais uma vez de forma impressionante. Como eu disse, a Argentina é muito grande, porque era um jogo que queríamos vencer de qualquer maneira. Além disso, a vitória nos leva a disputar mais uma final de Copa do Mundo”, declarou.
Argentina busca o tetra e um recorde histórico
Com a vitória, a Argentina disputará a final da Copa do Mundo contra a Espanha, no próximo domingo, às 18h, no Estádio Nova York/Nova Jersey.
Atual campeã mundial, a equipe comandada por Lionel Scaloni tentará conquistar o quarto título de sua história e alcançar um feito que não acontece há mais de seis décadas: vencer duas Copas do Mundo consecutivas, algo que nenhuma seleção consegue desde o bicampeonato do Brasil em 1958 e 1962.



Comentários: