Lauro de Freitas entrega cestas de alimentos a famílias atendidas pelo CRAS
Ação integra política de segurança alimentar do município

A Prefeitura de Lauro de Freitas realizou, na manhã desta terça-feira (29), mais uma etapa da distribuição de cestas de alimentos para famílias acompanhadas pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Vila Praiana. A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania (SEMDESC) e contempla famílias em situação de vulnerabilidade social.
As cestas são compostas por alimentos não perecíveis, como arroz, feijão, sardinha, leite, óleo e macarrão, entre outros itens. A distribuição também será realizada em outros equipamentos da rede municipal, conforme cronograma que inclui os CRAS de Areia Branca, Itinga I, Itinga II, Portão e Caji.
Segundo a gestora da SEMDESC, Diana de Souza, a iniciativa busca fortalecer as políticas de assistência e segurança alimentar no município.
“A entrega dessas cestas representa mais do que a oferta de alimentos. É uma ação de cuidado, proteção e garantia de direitos para famílias que precisam desse suporte. Nosso trabalho é fortalecer as políticas públicas de assistência e segurança alimentar, garantindo que os benefícios cheguem a quem realmente necessita e contribuam para melhorar a qualidade de vida da população”, afirmou.
Complementação alimentar
De acordo com a diretora do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional, Sheila Dionísio, a distribuição integra um conjunto de ações voltadas à garantia do acesso à alimentação adequada, como a distribuição de hortifrutis, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) Leite e o Restaurante Popular.
“O programa funciona como uma complementação alimentar e faz diferença na mesa dos beneficiários assistidos, pois é uma cesta bastante completa, com muitos itens para ajudar em casa. Essa é mais uma ação da política de segurança alimentar”, explicou.
No CRAS Vila Praiana, a seleção das famílias beneficiadas é feita a partir de avaliação técnica das equipes do equipamento. Entre os critérios considerados estão situações específicas de vulnerabilidade e o acompanhamento realizado pelos profissionais.
A coordenadora da unidade, Sula Bichir, citou como exemplos pessoas que tiveram o Benefício de Prestação Continuada (BPC) cessado, além de gestantes, lactantes e outras famílias acompanhadas pelo CRAS.



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