João Roma elogia classificação de PCC e CV como terroristas
Ex-ministro afirmou que avanço das facções criminosas transformou a Bahia em símbolo da crise de violência e cobrou endurecimento no combate ao crime organizado

O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, comentou a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Para o dirigente partidário, a medida representa um reconhecimento da gravidade da atuação das facções criminosas no Brasil.
Segundo Roma, a Bahia se tornou um dos principais exemplos dos impactos provocados pela expansão do crime organizado.
“A decisão dos EUA de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas é uma medida importante e necessária diante da gravidade do que essas facções representam hoje para o Brasil e para os brasileiros. E a Bahia talvez seja a maior prova do mal que essas facções fazem ao povo”, afirmou.
O ex-ministro declarou que o estado enfrenta uma crise contínua de violência e classificou o cenário como uma tragédia humanitária.
“Vivemos uma verdadeira tragédia humanitária, com milhares de mortes, territórios dominados pelo crime e uma população refém do medo, aprisionada dentro de casa e sem liberdade para viver em paz”, frisou.
João Roma também destacou a atuação do senador Flávio Bolsonaro em debates relacionados ao combate às facções criminosas.
“Parabéns ao senador Flávio Bolsonaro por levantar essa bandeira e pela coragem em enfrentar esse tema”, disse.
Ainda segundo o dirigente do PL, o avanço das organizações criminosas deveria ocupar posição central nas discussões sobre segurança pública no país.
“O PT, por conveniência, nunca tratou esse tema com a importância que ele merece, e o resultado nós estamos vendo”, declarou.
Para Roma, a população baiana enfrenta diariamente os reflexos da violência e da atuação do crime organizado no estado.
“O povo baiano sabe na pele o preço da omissão e da leniência com o crime. Chegou a hora de tratar essa guerra com a seriedade que ela exige”, salientou.



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