Gilberto Gil quebra silêncio sobre polarização no Brasil e surpreende ao apontar único caminho para o país
Decano da MPB tem relação histórica com a política

Decano da Música Popular Brasileira (MPB), Gilberto Gil, defendeu um novo mandato do presidente Lula (PT) no Brasil.
Para Gil, não há outros nomes que possam aglutinar uma mudança progressista que o país precisa.
“Vemos muitos dos mesmos nomes, os mesmos conceitos. […] Não há opção para nada diferente”, disse o artista, em entrevista ao jornal britânico Financial Times.
O cantor também quebrou silêncio sobre a polarização que o país enfrenta e diz acreditar ser necessário frear “a ascensão do movimento de direita” no país.
“A esquerda entende melhor seu propósito, está mais interessada no progresso e em um futuro brasileiro”, afirmou.
Gilberto Gil e a política
Gilberto Gil passou a flertar com a política no final dos anos 1970, ao assumir, em julho de 1979, o cargo de membro do Conselho de Cultura do Estado da Bahia – do qual Maria Bethânia também passou a fazer parte – compondo a chamada Câmara de Música.
Já em 1987, ele passou a presidir a Fundação Gregório de Matos, em Salvador, sendo o primeiro negro a ocupar o espaço.
Em 2002, Gil passou a ter uma nova função. Desta vez, no coração da capital do Brasil, quando foi nomeado para atuar como ministro da Cultura durante o primeiro mandato do presidente Lula (PT).



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