Festival em escola de Lauro de Freitas resgata tradições do folclore nordestino

Alunos da Escola Municipal Raimundo Brito apresentaram capoeira, samba de roda, maculelê, jogral e outras manifestações culturais

Bahia
Festival em escola de Lauro de Freitas resgata tradições do folclore nordestino
Fotos: Guilherme Góes

Estudantes da Escola Municipal Raimundo Brito, em Portão, Lauro de Freitas, participaram nesta quinta-feira (3/9) de um festival cultural em homenagem ao folclore nordestino. A atividade foi promovida pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), em alusão ao Dia do Folclore, celebrado em 22 de agosto.

A programação reuniu dança, música e poesia e apresentou trabalhos desenvolvidos pelos alunos em sala de aula. As atividades abordaram manifestações da cultura nordestina e brasileira por meio da literatura, oralidade, expressão corporal e música.

A diretora da unidade, Valquíria Bispo, destacou o papel da escola na preservação das tradições. “Cada turma trabalhou diferentes expressões do folclore, como parlendas, quadrinhas, plantas medicinais, músicas e danças tradicionais. Mais do que uma comemoração, esse momento representa um resgate da nossa cultura. Hoje, muitas crianças têm pouco contato com essas manifestações, e a escola exerce um papel importante ao proporcionar esse conhecimento”, destacou.

Entre os participantes esteve Bruna Micaella, de 10 anos, que pratica capoeira há quatro anos. A estudante participou de apresentações de capoeira, samba de roda e maculelê. “Alguns já sabiam e outros eu ensinei. Com a capoeira, aprendi muitas coisas, principalmente que o nosso esforço pode nos levar mais longe do que imaginamos. Conseguimos fazer até aquilo que pensávamos que não conseguiríamos. Foi muito legal mostrar um pouco dessa cultura para outras pessoas”, contou.

A estudante Rebeca Ferreira, de 12 anos, também participou do festival com uma apresentação de samba de roda e um jogral sobre o folclore. “O folclore mostra a nossa cultura e traz alegria por meio das danças. Também apresentamos o samba de roda, que tem influência da cultura de matriz africana. Foi muito legal estudar, aprender mais sobre o assunto e apresentar tudo o que preparamos”, contou.

Além da celebração cultural, o festival integrou o trabalho pedagógico da escola. A proposta utilizou manifestações populares para estimular a aprendizagem, a criatividade, a participação e o protagonismo dos estudantes.

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