Edvaldo Brito celebra suplência de Wagner, resgata bastidores do metrô e mira críticas ao IPTU de Salvador
Em discurso, ele destacou a relação de longa data e as parcerias administrativas acumuladas com Wagner e com o governador Jerônimo Rodrigues (PT)

O ex-prefeito de Salvador, jurista e professor Edvaldo Brito (PSD) discursou nesta terça-feira (21), durante o ato político que confirmou seu nome como primeiro suplente na chapa de reeleição do senador Jaques Wagner (PT).
Ele destacou a relação de longa data e as parcerias administrativas acumuladas com Wagner e com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), estendendo seus agradecimentos à cúpula do PSD, em especial ao senador Otto Alencar e ao deputado federal Antônio Brito.
Em seu pronunciamento, Edvaldo relembrou o episódio histórico em que assinou a transferência da gestão do Metrô de Salvador do município para o Governo do Estado — decisão tomada quando assumiu temporariamente a Prefeitura —, destravando o projeto do transporte sobre trilhos na capital.
“Nossas vidas têm transversalidade de muito tempo. Vossa Excelência [Jaques Wagner], como governador do Estado, atuou decisivamente para que esse metrô ‘calça curta’ pudesse funcionar. Passados os anos, as pessoas esquecem desse primeiro momento: a primeira passada foi dada por Jaques Wagner. O prefeito daquele momento não queria passar o metrô; passou-me a direção do município e eu assegurei: ‘Vou assinar o convênio’. É esse resultado que está aí, com o trabalho do governador Jerônimo na continuidade”, disse.
O também professor de direito tributário, na ocasião, fez duras críticas à atual política fiscal do município de Salvador, classificando a cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) na capital baiana como uma “escorcha tributária” e prometendo atuar firmemente contra os impactos do tributo sobre a população.
“O PSD vai para essa chapa disposto a colaborar e nós vamos trabalhar, especialmente em Salvador, que é um lugar muito sofrido. Um lugar que sofre até hoje as consequências de uma escorcha tributária que me revolta como professor de Direito e advogado militante: que ainda não tenhamos dado cobro a esta escorcha do IPTU de Salvador. É só ver nos arquivos do fórum quantos milhares de processos de pessoas atingidas estão lá. Nós vamos dar um fim nisso também”, afirmou Edvaldo Brito.



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