“Casa Civil trouxe visão nacional para defender a Bahia no Senado”, afirma Rui Costa após sabatina

Em entrevista, Rui defendeu sua trajetória para a disputa ao Congresso

Política
“Casa Civil trouxe visão nacional para defender a Bahia no Senado”, afirma Rui Costa após sabatina
Montagem/Reprodução Sou da Bahia

O candidato ao Senado, Rui Costa (PT), abordou a transição da experiência no Poder Executivo para o Poder Legislativo, rebatendo críticas da oposição e detalhando a estratégia do grupo para a disputa pelas duas vagas ao Senado pela Bahia. A fala ocorreu após sabatina realizada pelo Grupo A TARDE nesta segunda-feira (17).

Ao responder sobre como o período à frente do Ministério da Casa Civil deve impactar sua atuação parlamentar, Rui destacou a expansão do olhar institucional.

“Na Casa Civil eu tive a oportunidade de conhecer mais o Brasil e as demandas do país. Quando fui deputado federal, tinha um olhar exclusivamente da Bahia para o Brasil. Quando você senta na cadeira de ministro, tem o olhar do Brasil para o resto do país. Isso abre novos horizontes e me ajudará a defender no Senado políticas públicas sob o olhar evidente da Bahia, mas com o conhecimento de todo o Brasil”, declarou.

Conexão com o eleitorado e defesas do Oeste baiano

Questionado sobre a necessidade de demonstrar realizações após oito anos como governador e três anos e meio como ministro, o candidato enfatizou que o papel do período eleitoral é reaproximar a população dos fatos políticos diários.

“Não se trata de provar, trata de relembrar as pessoas. A política necessariamente não está no dia a dia de todos. Muitas pessoas votam, mas têm uma relação distante e os fatos caem no esquecimento. Cabe a nós relembrar e espero receber a confiança do povo baiano”, pontuou.

Rui Costa também reagiu às declarações de Zé Cocá (PP), candidato a vice na chapa de ACM Neto (União Brasil), que havia afirmado que a região Oeste da Bahia estaria abandonada. Para o petista, a fala reflete desconhecimento histórico e geográfico do estado.

“Ele não conhece a Bahia. O Oeste estava abandonado no período em que eles governavam, quando não tinha hospital, policlínica, presídio, delegacia ou estradas. O volume de investimentos do nosso grupo no Oeste em infraestrutura, água, saúde e rodovias é muito expressivo. Hoje se faz tratamento de câncer completo e cirurgia cardíaca no Oeste, o que não existia no passado”, concluiu.

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