Bruno Reis garante que ações contra dengue em Salvador estão sob controle
Segundo o gestor, o município mantém um trabalho permanente de prevenção

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (UB), afirmou que as ações de combate à dengue e à chikungunya na capital estão sob controle, apesar do aumento no número de casos registrados neste ano. A declaração foi dada ao Sou da Bahia nesta terça-feira (29).
Segundo o gestor, o município mantém um trabalho permanente de prevenção e costuma antecipar as medidas de enfrentamento às arboviroses.
“Situação está sob controle”
Ao comentar o crescimento de casos em Salvador, Bruno Reis destacou que a capital tem apresentado índices inferiores aos registrados em outras cidades baianas e afirmou que a gestão acompanha o cenário de perto.
“A gente faz esse trabalho permanente ano a ano, inclusive de forma antecipada. Já tivemos picos de dengue e chikungunya este ano em outras cidades da Bahia, e Salvador sempre abaixo da média. A gente sempre se antecipa à questão da dengue e da chikungunya. Hoje, a situação está sob controle, tem diversas ações em curso e a gente espera conter o que possa vir a ocorrer”, disse.
Casos aumentaram em relação a 2025
No último mês, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) intensificou as estratégias de prevenção, monitoramento e assistência diante do aumento de casos de arboviroses nas últimas semanas.
Dados parciais da Vigilância Epidemiológica, referentes até a 20ª Semana Epidemiológica de 2026 (22 de junho), apontam que Salvador contabiliza 1.356 casos prováveis de dengue, ante 1.204 registrados no mesmo período de 2025. Em relação à chikungunya, foram registrados 135 casos prováveis neste ano, contra 75 no ano passado.
Apesar da alta, a SMS ressalta que o cenário permanece abaixo dos níveis observados em 2023 e 2024, anos de maior circulação viral.
De acordo com a pasta, o aumento é compatível com a sazonalidade das arboviroses, especialmente durante o período mais chuvoso, quando há maior proliferação do mosquito Aedes aegypti. A secretaria também informou que o sorotipo DENV-2 corresponde a 99,6% das amostras analisadas na capital, variante associada a maior risco de agravamento da dengue.



Comentários: