Bruno Reis abre o jogo sobre greve dos rodoviários

Política
Bruno Reis abre o jogo sobre greve dos rodoviários
Foto: Reprodução/Sou da Bahia

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), abriu o jogo, durante agenda nesta sexta-feira (15), sobre a possível greve dos rodoviários da capital.

Bruno, que citou a reunião que acontece na Delegacia Regional do Trabalho para debater o tema. Na quinta (14), a categoria decidiu que a greve deve ser deflagrada no dia 22, caso não haja acordo.

“Hoje está tendo uma reunião na Delegacia Regional do Trabalho para tentar mediar e evitar que tenha greve. Caso ela não saia com consenso, aí após a publicação do edital da greve por parte dos rodoviários, muito provavelmente os empresários vão entrar com um discídio coletivo e aí vai caber a Justiça do Trabalho a mediação e, caso não haja acordo por último o julgamento do percentual que é justo e que possa de um lado contemplar os trabalhadores, e do outro que seja possível que os patrões possam honrar os compromissos”, afirmou Bruno, que continuou.

“Esta semana nós reunimos e eles apresentaram os balanços dele. A alta do diesel representa R$ 6 milhões de reais a mais de impacto na operação, mesmo o transporte público […] A situação é crítica. Neste momento, a gente pede a todos que tenham bom senso, sem se falar do que está por vir, que é a redução da escala para 5×2, que vai agravar ainda mais a situação do transporte público”, completou o prefeito.

Os rodoviários pedem reposição salarial real de 5%, redução da jornada diária de trabalho para seis horas, aumento do ticket refeição, e outras demandas de trabalho.

Greve dos garis

Bruno Reis ainda citou o movimento de greve dos garis, em caráter nacional, e pediu paciência para a população.

“Quando acontece uma paralisação nacional como essa, não é por conta da relação local com os trabalhadores da área da limpeza pública. Trata-se de um movimento de alcance nacional, mas que traz consequências para a cidade”, afirmou o prefeito.

“Agora, vamos precisar de três a quatro dias para deixar a cidade, digamos assim, novamente zerada. Tudo o que não está sendo coletado hoje exigirá pelo menos três dias de coleta normal para que a situação seja regularizada”, pontuou.

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