ACM Neto promete reajuste salarial para policiais e critica efetivo da segurança na Bahia
Candidato do União Brasil afirmou que pretende revisar plano de cargos e investir em tecnologia para reforçar o combate à violência.

O candidato ao Governo da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto, afirmou que a segurança pública será a principal prioridade de sua campanha eleitoral. A declaração foi feita nesta segunda-feira (3), durante sabatina promovida pela TV Aratu.
Ao responder a um questionamento do apresentador Marcelo Castro, do programa Alô Juca, sobre a remuneração dos policiais militares e civis, o ex-prefeito de Salvador defendeu a valorização da categoria e anunciou propostas voltadas para o fortalecimento das forças de segurança.
“O tema mais importante dessa campanha é a segurança pública”, afirmou.
Reajuste salarial e novo plano de carreira
Durante a entrevista, ACM Neto destacou os índices de violência registrados na Bahia e disse que a redução da criminalidade passa pela valorização dos profissionais da segurança.
“Cinco das cidades mais violentas do país estão na Bahia. Quase seis mil pessoas morreram. Não há caminho para mudar esse horizonte que não seja através dos policiais”, declarou.
Entre as propostas apresentadas, o candidato citou a revisão dos salários e a criação de um novo plano de cargos e salários para policiais militares e civis.
“É preciso melhorar os salários, fazer a revisão dos salários e do plano de cargos. Também criar parcerias para que o policial tenha apoio em financiamentos imobiliários e melhores condições de trabalho”, afirmou.
Tecnologia e reforço no efetivo
ACM Neto também defendeu investimentos em tecnologia, acompanhamento contínuo das ações das forças policiais e definição de metas para aprimorar os resultados da segurança pública.
“É preciso dar suporte de tecnologia, realizar reuniões semanais, estabelecer metas e também cobrar resultados”, pontuou.
Ao comentar o atual cenário da segurança no estado, o candidato criticou a redução do efetivo policial e afirmou que os concursos públicos não foram suficientes para recompor o quadro de servidores.
“Hoje temos um efetivo menor do que há 20 anos. Os concursos realizados não conseguiram repor quem saiu. A Bahia é o estado que menos prende e menos condena”, concluiu.



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