Sucesso do verão, “Tapa Tapa” é relançada com foco na valorização feminina; ouça

Nova versão da música reforça o combate à violência contra a mulher e integra o Projeto Luto Por Elas, do MP-BA

Sucesso do verão, “Tapa Tapa” é relançada com foco na valorização feminina; ouça
Foto: Divulgação

Após o sucesso da música “Tapa Tapa” em diferentes estados do Brasil, o cantor Lincoln Senna, líder do Parangolé, e o artista Guga Meyra anunciaram o relançamento da faixa para o Carnaval 2026. A nova versão traz alterações na letra com foco na valorização das mulheres e no reforço ao combate à violência de gênero.

A iniciativa marca a adesão dos artistas ao Projeto Luto Por Elas, do Ministério Público da Bahia (MP-BA), integrando a campanha “Não é Não”, que busca conscientizar a população sobre o respeito às mulheres, especialmente durante o período carnavalesco.

Segundo Lincoln, a decisão de modificar a música partiu da preocupação com possíveis interpretações equivocadas da versão original. “Fizemos uma música que conta a história de um casal adulto em uma relação consensual nesse momento de intimidade. Percebendo que alguns homens poderiam se apropriar disso para legitimar determinadas atitudes, eu e Guga, que não queremos abrir brecha para esse tipo de comportamento, entendemos que, como artistas, poderíamos mudar a letra para levar uma nova mensagem e servir de exemplo até mesmo para uma nova geração de cantores”, afirmou.

A nova fase da canção ocorre em um momento estratégico: “Tapa Tapa” é apontada como uma das apostas nas premiações de Música do Carnaval 2026, consolidando-se como um dos hits da temporada.

Guga Meyra também comentou sobre as mudanças implementadas na letra. “Dessa forma, a partir de agora, no lugar de alguns dos versos anteriores, nós passamos a cantar destacando que o Carnaval deve ser um espaço seguro, onde as mulheres tenham o direito de dançar e se jogar sem serem incomodadas ou assediadas”, completou.

Além da nova abordagem, a versão ganhou uma pegada ainda mais carnavalesca e reforçou o protagonismo feminino no pagode e na música, elemento que já vinha se destacando nas apresentações ao vivo.

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