Sem o “coringa”, Bahia muda: veja quem deve substituir Acevedo
Volante improvisado na lateral-direita está fora contra o Remo, e treinador busca solução imediata para o setor

O Bahia já virou a chave após vencer o Bragantino, mas ganhou um novo problema para a sequência do Brasileirão. Sem o “coringa” Nico Acevedo, que está suspenso, o técnico Rogério Ceni vai precisar “fritar a cabeça” para montar o time que encara o Remo, neste domingo (22), às 16h, no Mangueirão.
Desfalque confirmado
Titular improvisado na lateral-direita nas últimas partidas, Acevedo está fora do duelo após receber o terceiro cartão amarelo na rodada anterior. O volante foi advertido ao interromper um contra-ataque do adversário e, com isso, cumpre suspensão automática.
A ausência pesa não só pela regularidade, mas pela versatilidade. O uruguaio vinha sendo uma peça-chave no sistema de Ceni, atuando fora da sua posição de origem e dando consistência ao setor.
Quem entra no lugar?
Sem o “coringa”, a tendência é que o treinador recorra a uma solução mais direta. A principal opção é o argentino Román Gómez, que começou a temporada como titular da lateral-direita e hoje aparece como alternativa imediata no elenco.
O jovem de 21 anos, contratado nesta temporada, perdeu espaço justamente quando Acevedo passou a ser utilizado no setor, mas pode ganhar nova oportunidade entre os titulares.
E Gilberto?
Outra possibilidade seria o retorno de Gilberto, mas o cenário ainda é de cautela. O lateral passou por uma cirurgia de apendicite — procedimento que, segundo o clube, “foi realizado com sucesso e o atleta já recebeu alta hospitalar”.
Apesar disso, o camisa 2 ainda está em fase de transição física e técnica. O período longe dos gramados pesa, e a tendência é que ele ainda não reúna condições ideais para atuar fora de casa.
Quebra-cabeça para Ceni
Além da suspensão de Acevedo, o Bahia segue lidando com outros problemas no elenco, o que reduz as alternativas e aumenta o desafio da comissão técnica.
Sem sua peça mais versátil, Ceni terá que ajustar o time para manter o equilíbrio defensivo em um jogo longe de Salvador — e, mais do que isso, encontrar uma solução segura para um setor que vinha funcionando justamente pela improvisação.



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