Sedur e Abrasel definem regras de segurança para festas populares; saiba o que está proibido
Medidas incluem proibição de garrafas de vidro e regras para bares e restaurantes durante os eventos.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e o vereador Daniel Alves (PSDB), definiu um conjunto de regras que vai orientar a realização das festas populares, com foco na segurança da população, no bem-estar coletivo e na organização do espaço urbano.
As medidas foram discutidas em reunião realizada nesta sexta-feira (30) e passam a integrar as ações de planejamento e controle dos eventos de grande porte na cidade. Entre as principais determinações está a proibição da circulação de pessoas portando garrafas de vidro durante os festejos, medida que busca reduzir acidentes e ocorrências que coloquem em risco a integridade física dos frequentadores.
Além disso, os bares e restaurantes localizados nas áreas das festas deverão adotar controle rigoroso de entrada e saída de clientes, bem como fornecer copos plásticos para o consumo de bebidas, impedindo que garrafas de vidro sejam levadas para fora dos estabelecimentos.
De acordo com o secretário da Sedur, Sosthenes Macêdo, o objetivo é equilibrar lazer, segurança e atividade econômica.
“É necessário criar um regramento que garanta a segurança das pessoas, o bem-estar da população e, ao mesmo tempo, um ambiente de negócios sadio para quem empreende e gera empregos durante as festas populares”, destacou.
O presidente da Abrasel, Leandro Menezes, ressaltou a importância da parceria entre o poder público e o setor produtivo. Segundo ele, o diálogo contribui para o funcionamento organizado e responsável dos estabelecimentos durante os eventos.
“O objetivo é promover organização, responsabilidade e condições adequadas para que bares e restaurantes possam operar de forma segura e sustentável durante as festas”, afirmou.
O vereador Daniel Alves também destacou o papel do diálogo permanente entre os setores envolvidos. Para ele, a construção coletiva das regras fortalece a segurança, a ordem pública e o ambiente de negócios, contribuindo para o desenvolvimento da cidade.



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