“Se não existisse Bahia, a gente teria que inventar”: campanha para 2026 exalta identidade, paixão e pertencimento
Ação aposta em narrativa emocional para reforçar que a Bahia é mais do que um lugar: é sentimento, cultura e paixão compartilhada

A campanha para a temporada 2026 aposta na força simbólica da Bahia como identidade, sentimento e pertencimento que ultrapassam fronteiras geográficas. Mais do que um lugar no mapa, a Bahia é apresentada como algo que se vive, se sente e se carrega — no sotaque, no corpo, no sorriso e na forma de se relacionar com o outro.
A narrativa destaca que a Bahia está presente no campo e na arquibancada, mas também nas ruas, praças e cidades, manifestando-se em gestos simples e marcantes, como o drible que desconcerta, o passe que quebra linhas e o abraço coletivo em momentos de celebração. A campanha reforça que a experiência baiana não se limita a quem nasceu ou vive no estado.
Mesmo quem é de longe, torce para outro time ou nunca esteve fisicamente na Bahia, carrega um pouco dessa essência. Segundo o conceito apresentado, esse “pouco” se transforma quando encontra o “muito” da Bahia, dando origem a uma nova geografia afetiva: um querer que não se mede, uma paixão que não se explica e um sentimento que não se apaga.
Com forte apelo cultural e emocional, a campanha defende que a Bahia é parte constitutiva do Brasil. A mensagem final sintetiza esse pensamento ao afirmar que, se a Bahia não existisse, seria preciso inventá-la — porque todo o país carrega, de alguma forma, um tanto de Bahia.



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