Salvador proíbe materiais sobre identidade de gênero em escolas e postos de saúde
Entenda o que muda com a nova lei

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil) sancionou a Lei 9.955/2026, que traz mudanças rigorosas para o ambiente escolar e unidades de saúde da capital.
A partir de agora, fica proibida a exposição de qualquer material — de cartazes a vídeos — que trate de identidade de gênero ou transição sexual voltada para crianças.
O que a lei barra na prática:
- Locais: Escolas municipais (salas, pátios e bibliotecas) e postos de saúde (recepções e consultórios).
- Conteúdos: Materiais que orientem sobre bloqueadores hormonais, terapias de transição ou cirurgias de redesignação.
- Formatos: Panfletos, banners, murais e até conteúdos digitais que possam ser interpretados como “indução” à mudança de gênero.
A medida, que já nasce cercada de debates entre grupos conservadores e defensores dos direitos LGBTQIA+, coloca Salvador no centro de uma das maiores discussões pedagógicas do ano.



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