Salário pode subir! Motoristas de ônibus em Salvador podem ganhar até R$ 4 mil

Proposta em discussão na Câmara cria piso nacional e pode impactar cidades baianas com mais de 200 mil habitantes

Bahia
Salário pode subir! Motoristas de ônibus em Salvador podem ganhar até R$ 4 mil
Projeto prevê salário de até R$ 4 mil para motoristas | Divulgação / Semob

Os motoristas de ônibus de Salvador podem ter um aumento significativo no salário. Um Projeto de Lei em discussão na Câmara dos Deputados propõe a criação de um piso nacional de até R$ 4 mil para condutores do transporte coletivo.

A medida, prevista no PL nº 6533/25, ainda está em análise, mas já movimenta o setor.

Novo piso e jornada definida

De acordo com o texto, o valor de R$ 4 mil será destinado a profissionais que cumprem jornada de 44 horas semanais.

Para quem trabalha com carga horária menor, o salário será ajustado proporcionalmente.

Além disso, o projeto prevê reajuste anual com base na inflação, seguindo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Diferença para a realidade atual

Hoje, em Salvador, os motoristas de ônibus recebem salários a partir de cerca de R$ 2,5 mil.

Caso a proposta seja aprovada, o aumento representaria uma mudança significativa na remuneração da categoria.

Outras cidades da Bahia também seriam beneficiadas

Além da capital, outras cidades baianas entrariam na regra por terem mais de 200 mil habitantes:

  • Feira de Santana
  • Vitória da Conquista
  • Camaçari
  • Juazeiro
  • Lauro de Freitas

Por que o piso vale só para algumas cidades?

O projeto limita o alcance a municípios maiores para garantir a viabilidade econômica do setor.

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões da Câmara — o que significa que pode ser aprovada sem passar pelo plenário.

Segundo a justificativa, cidades de médio e grande porte possuem maior volume de passageiros, mais subsídios públicos e empresas com maior capacidade financeira.

Autor defende medida

O autor do projeto, o deputado Daniel Almeida, defendeu a criação do piso como uma forma de valorização da categoria.

“O piso não se justifica apenas pela complexidade da função, mas também pela necessidade de suprir as necessidades básicas do trabalhador e sua família”, afirmou.

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