Rosemberg diz que Jerônimo dá “7 a 1” em ACM Neto no sul da Bahia

Para o líder da bancada governista na Assembleia Legislativa da Bahia, Rosemberg Pinto, no sul do estado a comparação entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto já deixou de ser debate político e virou placar. E placar daqueles constrangedores para quem passa mais tempo prometendo do que entregando: 7 a 1 para o governador da Bahia.
Rosemberg sustenta que a diferença não está em frase de efeito nem em marqueteiro inspirado. Está nas obras, nos investimentos e nas ações concretas que chegaram a Itabuna e à região. Ele lembra a construção da BA-649, ligando Itabuna a Ilhéus, a duplicação do acesso à cidade na saída para Ilhéus, a implantação das policlínicas regionais, a ampliação do Hospital de Base, a chegada do Centro de Hemodiálise do Hospital São Lucas pelo SUS e a parceria no projeto Mais Água, com dois reservatórios destinados a atender mais de 100 mil pessoas. Soma-se a isso a pavimentação de mais de 60 quilômetros de vias urbanas, a entrega do Colégio de Tempo Integral Adeum Sauer e do CIEBTEC, a construção de 50 casas para famílias atingidas pelas enchentes, a implantação de um campo de futebol e de três areninhas esportivas, a revitalização do Centro de Cultura Adonias Filho e o apoio à Associação de Catadores de Recicláveis.
Na visão do deputado, é esse conjunto que expõe o contraste. De um lado, um governo que aparece com obra, equipamento, serviço e investimento. Do outro, um ex-prefeito que passou pela região em 2022 vendendo um pacote vistoso de promessas, mas que jamais fez nada se significativo pela região: “Nada se compara ao volume de intervenções colocadas em prática pelo atual governo. Jerônimo entrou em campo para jogar”.
Para o parlamentar, “o eleitor sabe distinguir propaganda de realidade. E é justamente por isso que o placar, segundo ele, se tornou tão elástico. Enquanto Jerônimo marca um gol atrás do outro com obras e ações que mudam a vida das pessoas, ACM Neto segue tropeçando na própria promessa, pisando na bola com a região e se aproximando menos de uma virada do que de um cartão vermelho”.
No sul da Bahia, diz Rosemberg, “a população já entendeu quem jogou a favor e quem ficou só ensaiando discurso na beira do campo”.



Comentários: