Mansão de Ana Hickmann vai a leilão por R$ 35 milhões após disputa judicial
Imóvel em Itu será leiloado pela Justiça de SP; valor servirá para quitar dívidas ligadas ao ex-casal

A mansão de Ana Hickmann, localizada em Itu, no interior de São Paulo, será levada a leilão por decisão da Justiça paulista. O imóvel, que chegou a ser colocado à venda anteriormente, agora terá o destino definido por determinação judicial, após a interrupção do processo de venda direta.
Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, o leilão foi autorizado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e o valor inicial do imóvel está fixado em R$ 35 milhões. A venda acontecerá exclusivamente pela internet, com leiloeiro já nomeado.
Pagamento deverá ser feito à vista
De acordo com as regras estabelecidas no processo, o comprador terá um prazo máximo de 24 horas para quitar integralmente o valor do imóvel após a finalização do leilão. Além disso, será cobrada uma comissão de 5% sobre o valor da arrematação, destinada ao leiloeiro responsável.
O montante arrecadado será direcionado ao pagamento de débitos comuns relacionados ao imóvel. Caso haja saldo remanescente após a quitação das dívidas, o valor deverá ser devolvido aos responsáveis legais pela propriedade.
Impasse entre Ana Hickmann e Alexandre Correa
Com mais de 6 mil metros quadrados de área total, a mansão passou a ser alvo de discussão pública após vir à tona que a venda do imóvel teria como objetivo cobrir dívidas atribuídas ao ex-marido da apresentadora, Alexandre Correa.
A negociação, no entanto, foi suspensa depois que a defesa de Correa acionou a Justiça, alegando que ele não havia sido consultado sobre a venda, apesar de também constar como proprietário do imóvel.
Justiça aponta falta de acordo entre o ex-casal
Diante do impasse, a Justiça considerou que não havia consenso entre as partes e que ainda existiam pendências a serem resolvidas envolvendo direitos, dívidas comuns e a partilha de bens do ex-casal. Com isso, o caminho escolhido foi o leilão judicial, como forma de garantir o pagamento das obrigações financeiras vinculadas à propriedade.
A definição encerra, ao menos por ora, uma das disputas mais visíveis envolvendo o patrimônio do ex-casal, agora sob a condução direta do Judiciário.



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