Laudo aponta relação sexual antes da morte de PM e contradiz versão de tenente-coronel

Um laudo pericial revelou que uma policial militar manteve relação sexual pouco antes de ser morta com um tiro na cabeça, em um apartamento na região central de São Paulo. A informação vai de encontro à versão apresentada pelo principal suspeito do crime, um tenente-coronel da corporação.
Segundo a perícia, foram encontrados vestígios que indicam a relação íntima recente, e o material biológico foi coletado para exames de DNA. O resultado pode ser determinante para esclarecer a dinâmica do caso.
O oficial investigado havia afirmado em depoimento que não mantinha mais relações com a vítima, alegando que o relacionamento estava desgastado e que os dois já viviam afastados dentro da mesma residência.
Ainda de acordo com o suspeito, no dia do ocorrido houve apenas uma conversa entre o casal, sem qualquer contato físico. No entanto, as evidências periciais levantadas contradizem essa versão e reforçam as suspeitas em torno dele.
O caso segue sob investigação, e a análise genética deve ajudar a confirmar os fatos e contribuir para o andamento do processo.



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