Jornalista Erlan Bastos morre aos 32 anos 

Apresentador do programa Bora Amapá, da NC TV, estava internado há semanas e teve agravamento rápido do quadro clínico.

Entretenimento
Jornalista Erlan Bastos morre aos 32 anos 

O jornalista Erlan Bastos morreu neste sábado (17), aos 32 anos, em um hospital de Teresina, no Piauí. A informação foi confirmada pela NC TV Amapá, emissora onde ele trabalhava e apresentava o programa Bora Amapá, além de ter sido divulgada pela jornalista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.

Em nota oficial, a NC TV lamentou profundamente a perda e destacou a trajetória profissional de Erlan. Segundo a emissora, o jornalista marcou o jornalismo amapaense pela “postura firme, compromisso com a verdade e atuação no jornalismo investigativo e crítico”.

Conhecido pela cobertura de entretenimento, bastidores e temas sensíveis, Erlan Bastos construiu uma carreira marcada por opiniões fortes, proximidade com o público e grande engajamento nas redes sociais, onde mantinha ampla audiência.

Quadro de saúde

Há cerca de um mês, o jornalista passou mal durante uma transmissão ao vivo, apresentando fortes dores no peito e na região abdominal, além de fraqueza intensa e episódios de suor frio. Ele foi internado inicialmente no Amapá, com um quadro considerado grave.

De acordo com informações do Jornal de Brasília, o problema teria começado com comprometimento pulmonar e evoluído rapidamente, atingindo também o estômago. Erlan permaneceu internado por aproximadamente 15 dias no estado antes de ser transferido, na última quarta-feira, para um hospital em Teresina, já em estado crítico.

Até o momento, a causa oficial da morte ainda não foi confirmada, e não há diagnóstico detalhado divulgado pela família ou pela equipe médica.

Trajetória profissional

Natural de Manaus, no Amazonas, Erlan Bastos ganhou projeção nacional ao longo da carreira, especialmente durante sua atuação no jornalismo em Teresina. Ele também teve passagens por grandes emissoras, como a Record e a TV Meio, além de consolidar sua imagem como comunicador direto, investigativo e conectado com os bastidores da política e do entretenimento.

A morte precoce de Erlan Bastos gerou comoção entre colegas de profissão, seguidores e veículos de comunicação, que destacaram sua coragem profissional, seu estilo próprio e a relevância de sua contribuição para o jornalismo regional.

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