Hugo Motta defende papel vital dos Tribunais de Contas: “Sentinelas”

Presidente da Câmara cumpre agenda em Salvador

Política
Hugo Motta defende papel vital dos Tribunais de Contas: “Sentinelas”
Mário Agra / Câmara dos Deputados

Em uma solenidade marcada pelo reconhecimento ao fortalecimento institucional, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, classificou os tribunais de contas (TCs) como pilares da democracia brasileira.

Durante a cerimônia, Motta descreveu essas instituições como um “farol que orienta os administradores na aplicação correta e eficiente dos recursos públicos”.

O parlamentar esteve em Salvador nesta segunda-feira (09/03) para receber a Medalha Deputado Luís Eduardo Magalhães, concedida pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). A honraria — também entregue ao ex-governador César Borges — celebra o esforço de Motta na aprovação da PEC da Essencialidade, que blinda os TCs como órgãos permanentes e indispensáveis ao Estado.

Os 3 Pilares da PEC da Essencialidade

Em seu discurso, o presidente da Câmara detalhou como a nova emenda constitucional transforma o cenário da fiscalização no Brasil:

  • Proteção Institucional: Afasta definitivamente o risco de extinção dos tribunais, garantindo que o sistema de contas seja intocável.
  • Independência Blindada: Protege os órgãos contra pressões “não republicanas”, assegurando que a fiscalização do dinheiro público seja técnica e livre de interferências políticas.
  • Papel Orientador: Foca na atuação preventiva. Em vez de apenas punir, o tribunal passa a atuar como um parceiro estratégico do gestor, ajudando a tirar políticas públicas do papel com segurança jurídica.

“Essa atuação garante que o recurso chegue a quem mais precisa — o nosso povo — de forma rápida, eficiente e com orientação técnica precisa”, destacou Motta.

Uma Honra com Significado Político

Ao agradecer ao presidente do TCM-BA, conselheiro Francisco de Souza Andrade Netto, e ao corregedor Plínio Carneiro Filho (autor da proposta da comenda), Hugo Motta ressaltou o peso simbólico da medalha.

Para ele, carregar o nome de Luís Eduardo Magalhães é um privilégio, definindo o homenageado como um símbolo de conciliação e inteligência legislativa — valores que o próprio Motta afirma buscar em sua gestão à frente da Câmara.

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