Gal Gadot culpa boicote anti-Israel pelo fracasso de Branca de Neve
Atriz afirma que pressão política contra Israel influenciou diretamente o desempenho do filme da Disney nas bilheteiras

A atriz Gal Gadot, conhecida mundialmente por viver a Mulher-Maravilha, quebrou o silêncio sobre o fracasso do live-action Branca de Neve (2025), produção bilionária da Disney que não atingiu as expectativas de bilheteria. Segundo a atriz israelense, a recepção negativa do público teria sido fortemente influenciada pelo clima político global — especialmente pela crescente pressão sobre celebridades israelenses se posicionarem contra o próprio país.
Em entrevista ao podcast The A Talks, do The Jerusalem Post, Gadot afirmou:
“Gostei muito de fazer esse filme. Até gostei de trabalhar com Rachel Zegler. Rimos, conversamos e foi divertido. Eu tinha certeza de que esse filme seria um grande sucesso”.
A atriz interpretou a icônica Rainha Má no filme e destacou que, após os ataques de outubro de 2023 realizados pelo grupo Hamas contra Israel, parte da indústria do entretenimento passou a cobrar posicionamentos mais críticos ao governo israelense. Isso, segundo ela, teria influenciado diretamente o público.
“Fiquei decepcionada porque o filme foi muito afetado por isso e não foi bem nas bilheteiras”, completou.
Gal Gadot, nascida em Tel Aviv e veterana das Forças de Defesa de Israel, vem utilizando suas redes sociais para defender seu país e condenar o terrorismo desde os ataques. Em contrapartida, sua colega de elenco Rachel Zegler, intérprete da Branca de Neve, manifestou apoio público à Palestina em diversas ocasiões, o que aumentou ainda mais a tensão em torno do filme.
O longa-metragem estreou em março de 2025 e arrecadou US$ 205,6 milhões mundialmente, bem abaixo dos US$ 410 milhões investidos na produção — representando um dos maiores prejuízos recentes da Disney.
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