Eleições: Jorge Solla aposta em dobradinha de Rui Costa e Jaques Wagner para Senado
Petista diz que excesso quadros qualificados no PT é diferencial

O deputado federal Jorge Solla (PT) seguiu a linha do governador Jerônimo Rodrigues (PT) ao defender a chapa puro-sangue na chapa majoritária nas eleições, que serão decididas em outubro.
O petista diz que o imbróglio envolvendo a reeleição do senador Angelo Coronel (PSD), que pode ser limado dentro da composição ‘puro-sangue’, é um “problema bom” para o grupo governista.
“Esse imbróglio é um problema bom. Nós temos dois senadores que podem renovar o mandato e temos um candidato ao Senado, Rui Costa, ex-governador e atual ministro da Casa Civil, que está no topo das pesquisas”, afirmou Solla.
Enquanto a oposição tenta encontrar nomes competitivos, Solla aponta que o excesso de quadros qualificados no PT é um diferencial estratégico.
“Eu não queria estar na pele de ACM Neto, porque até agora ele não tem um candidato ao Senado. Aí, sim, é problema”, disse o parlamentar.
Chapa puro-sangue
A estratégia do PT baiano para o Senado foca em dois pilares: a popularidade administrativa de Rui Costa e a influência política de Jaques Wagner, em Brasília. Solla ressalta que os números das pesquisas internas e públicas corroboram essa tese.
“Vocês que trabalham com pesquisa sabem: quem é o candidato ao Senado melhor avaliado? Rui Costa. E quem é o senador que mais contribuiu com o Estado da Bahia entre todos os mandatos? Jaques Wagner, líder do governo no Senado”, disse o deputado.
Reação aos boatos
Sobre as recentes especulações de que o governador Jerônimo Rodrigues não concorreria à reeleição ou de que Rui Costa desistiria do Senado, Solla foi enfático ao classificar as informações como “estratégia de medo” da oposição.
“A turma de ACM Neto está com medo. Espalharam boatos de que Jerônimo não vai ser candidato, de que Rui Costa não vai ser senador. Isso não passa de estratégia.”



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