Eleições 2026 viram jogo: escalações definidas
Entre analogias esportivas e articulações políticas, cenário eleitoral já entra em campo

Por Marcos Valença
Se você chegou até aqui, provavelmente me conhece mais pelos comentários sobre futebol. Mas como bom brasileiro — e baiano — não dá pra ignorar quando a política começa a parecer final de campeonato. E olha… o jogo já começou, mesmo sem apito oficial. Com as “escalações” praticamente definidas, a corrida eleitoral de 2026 na Bahia entrou em campo antes mesmo do calendário marcar.
Do lado governista, o técnico Jerônimo Rodrigues demorou, mas confirmou o time titular. A dúvida que pairava no ar — quase como aquela substituição polêmica — era o vice. No fim, manteve Geraldo Júnior na posição. No “ataque ao Senado”, entram Rui Costa e Jaques Wagner, nomes já conhecidos da torcida e com rodagem em competições anteriores.
Do outro lado do campo, o time de ACM Neto aposta forte na famosa “Lei do Ex”. Ângelo Coronel troca de lado e chega para disputar o Senado ao lado de João Roma. Já a vaga de vice ficou com Zé Cocá, que quase virou jogador “coringa” nas negociações entre os dois grupos.
Com os times prontos — e antes mesmo de Carlo Ancelotti definir sua lista para a Copa —, o campeonato baiano da política promete. Agora, os municípios viram arquibancada e o eleitor, claro, é o juiz final dessa partida. De um lado, o vermelho. Do outro, o azul. E que vença quem souber jogar melhor — dentro das quatro linhas da democracia.



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