Comandante da PM diz que acusação inicial de estupro no Carnaval “não procede”

Polícia
Comandante da PM diz que acusação inicial de estupro no Carnaval “não procede”

O comandante da Polícia Militar da Bahia, coronel Magalhães, afirmou que a versão inicial de uma denúncia de estupro envolvendo agentes da corporação durante o Carnaval de Salvador não se confirma como foi relatada no começo das investigações. Segundo ele, a narrativa de que um crime teria acontecido dentro de um banheiro químico levanta dúvidas e está sendo cuidadosamente investigada pela corregedoria da PM.

Magalhães explicou em entrevista que é rotina tratar todas as denúncias com seriedade, mas que, no caso em questão, a acusação inicial “não procede”. Ele ressaltou que não pode divulgar mais detalhes porque o inquérito corre em segredo de justiça por envolver uma pessoa vulnerável.

O caso começou na quinta-feira de Carnaval, 12 de fevereiro, no circuito Dodô (Barra-Ondina), em Salvador, quando uma mulher argentina que mora no Brasil registrou queixa na delegacia de Vila de Abrantes relatando ter sido atacada. Até o momento, pelo menos 12 policiais foram ouvidos e quatro deles estariam diretamente ligados à denúncia, mas todos negaram participação nos fatos. A Secretaria de Segurança Pública informou que os agentes foram identificados por meio de imagens de câmeras e que o prosseguimento depende de laudos periciais, incluindo exames realizados na suposta vítima.

A Polícia Técnica informou que já foram feitos exames laboratoriais, perícias de lesões corporais, análise de imagens e inspeção no local indicado, mas que os resultados até agora não indicam sinais claros de violência física. Ainda assim, os peritos ressaltam que esses resultados não descartam, por si só, a possibilidade de crime. As investigações continuam em andamento.

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