Cheetos faz do leque sensação entre foliões em Salvador
Entre calor, música e fantasia, leques se transformam em marca de pertencimento e experiência coletiva na maior festa de rua do país

No calor intenso do Salvador, um acessório simples ganhou novo significado durante a folia: o leque. Mais do que amenizar a temperatura, o objeto passou a representar identidade e expressão cultural entre foliões que ocupam ruas, circuitos e camarotes.
Entre trios elétricos, fantasias e brilho, o movimento do leque virou linguagem própria da festa. “Aqui não é só para se refrescar, é para se expressar”, diz a estudante Marina Souza.
Na avenida e nos espaços privados, o item se consolidou como extensão do visual. Estampas coloridas e frases descontraídas ajudam a compor a estética plural do Carnaval. “O leque já faz parte do look. Sem ele, parece que falta alguma coisa”, comenta o publicitário Diego Ramos, acompanhando o ritmo do trio.
No Camarote Brahma, a distribuição de leques da Cheetos reforça a presença do acessório na experiência do público. Ao longo da noite, os itens aparecem em registros nas redes sociais e em coreografias improvisadas, estimulando a interação coletiva. “Eu peguei pelo calor, mas agora não largo mais. Já virou meu acessório oficial do Carnaval”, brinca a foliã Carla Menezes.
A ativação segue também na praça de alimentação da marca, onde os foliões fazem pausas rápidas sem se desconectar da festa. Entre lanches e música, o leque permanece como elemento visual marcante do ambiente. “A gente vem pela música, mas acaba vivendo a experiência toda. O leque, a comida, a galera… tudo entra na dança”, resume o estudante Lucas Almeida.



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