Bruno Reis entrega as oferendas à Iemanjá
Prefeito acompanhou entrega dos presentes nesta terça-feira

O Rio Vermelho amanheceu tingido de azul e branco. Entre o perfume da alfazema e o som rítmico dos atabaques, o prefeito de Salvador, Bruno Reis, juntou-se à multidão nesta segunda-feira (2) para honrar uma das tradições mais potentes da Bahia: a Festa de Iemanjá.
Muito mais do que um evento oficial, o prefeito acompanhou o ápice da celebração — o cortejo que leva o presente principal da Colônia de Pescadores Z-01 até o abraço das águas salgadas.
A Força da Ancestralidade
Neste ano, a oferenda entregue à Rainha do Mar foi uma obra de arte que exalta a figura do pescador, confeccionada pelo terreiro Olufanjá. O gesto simboliza o respeito à história de Salvador, cidade onde a fé e a cultura caminham de mãos dadas.
“Salvador está pulsando. O Rio Vermelho foi tomado por uma energia de gratidão e esperança. Viemos pedir proteção para que 2026 seja um ano abençoado para cada soteropolitano”, declarou Bruno Reis em meio à devoção popular.
Um Patrimônio que Conecta o Mundo
Desde 2020, a festa é reconhecida como Patrimônio Cultural, título que oficializa o que o povo já sabe há mais de um século: o 2 de Fevereiro é a alma de Salvador. Para a vice-prefeita Ana Paula Matos, o evento é um pilar que une a preservação da identidade à força econômica do turismo.
- História viva: A celebração resiste e se renova no Rio Vermelho desde 1924.
- Identidade: Uma mistura única de ritos religiosos, manifestações culturais e celebração da vida.
- Impacto: Milhares de turistas e baianos movimentam a economia local, reafirmando Salvador como a capital da diversidade.
Pedidos e Agradecimentos
Para o gestor municipal, o momento é de renovar os votos com a cidade. Ao entregar os presentes, Bruno Reis reforçou seu desejo por um ciclo de realizações.
“Pedi que Iemanjá abençoe nossa capital para que tenhamos um ano de muitas entregas e prosperidade para todos.”



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