Bispo Zadoque confessa assassinato de Sara Freitas e acusa marido de ser o mandante

O julgamento do caso que investiga a morte da cantora gospel Sara Freitas ganhou um novo desdobramento após a confissão de um dos acusados durante o júri popular realizado em Dias d’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador.
Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como “Bispo Zadoque”, admitiu participação no crime e revelou detalhes sobre a execução da vítima. Segundo o advogado da família, o réu afirmou que o assassinato foi encomendado por Ederlan Mariano, marido de Sara, apontando-o como o mandante da ação.
Ainda de acordo com o depoimento, o crime teria sido planejado e executado de forma organizada, incluindo a morte e a tentativa de ocultação do corpo da cantora.
Ederlan Mariano, que também é réu no processo, foi interrogado durante o julgamento e negou qualquer envolvimento no assassinato. Em sua defesa, ele afirmou sofrer com a perda da esposa e declarou inocência diante das acusações.
O júri, que teve início na terça-feira (24), foi marcado por momentos de tensão, com depoimentos, interrogatórios e divergências entre defesa e acusação. A expectativa é que o julgamento seja concluído após a fase final de debates entre as partes.
O crime ocorreu em outubro de 2023, quando Sara Freitas foi atraída para um falso compromisso, assassinada com extrema violência e teve o corpo ocultado e posteriormente queimado.
O caso segue sendo analisado pelos jurados, que irão decidir pela condenação ou absolvição dos acusados.



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