Após filiação, Marão reage e nega inelegibilidade: “Não tem nada de condenação”
Ex-prefeito de Ilhéus rebate blog, nega condenação eleitoral e diz que publicação surgiu após filiação ao Avante

O ex-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, conhecido como Marão, reagiu às informações que circulam sobre sua situação eleitoral e negou estar inelegível. A declaração foi feita nesta terça-feira (17), após a divulgação de uma publicação que aponta uma suposta condenação na Justiça Eleitoral.
Segundo o ex-gestor, o conteúdo divulgado por um blog local não procede e não reflete nenhuma decisão definitiva.
Filiação recente e repercussão
A repercussão ocorre poucos dias após Marão oficializar sua filiação ao Avante, legenda pela qual pretende disputar uma vaga de deputado estadual.
De acordo com ele, o momento da publicação levanta questionamentos e pode estar ligado ao cenário político na Bahia.
“Não tem nada de condenação”
Marão contestou diretamente a informação de que teria sido condenado por fraude à cota de gênero nas eleições de 2024, o que resultaria em inelegibilidade por oito anos.
“Apareceu lá uma decisão monocrática da Justiça, aonde [sic] se foi colocado em um blog, eu não sei nem de que referência é esse blog, dizendo sobre isso. Não tem nada de condenação. Não teve nenhum juízo. Não tem nenhum julgamento de colegiado. Então isso não significa que tem inelegibilidade. Isso incomoda algumas pessoas que talvez não queiram fortalecer o mandato na Bahia e na região. Faz parte do jogo”, afirmou.
Declaração em agenda política
A fala foi feita durante uma agenda pública em Salvador, ao lado do vice-governador Geraldo Júnior, que lançou o Programa de Qualificação para o Turismo da Bahia – Qualiturismo Bahia, no Wish Hotel da Bahia.
Disputa em 2026 no radar
Com a filiação ao Avante, Marão se movimenta de olho nas eleições de 2026, quando pretende disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia.
A negativa sobre a inelegibilidade surge em meio a esse cenário e busca conter possíveis impactos políticos diante da repercussão do caso.



Comentários: