Apesar da lotação, secretário descarta mudança do desfile dos Palhaços do Rio Vermelho
Secult diz acreditar que troca de local resultaria na perda da essência do desfile

O crescimento exponencial das festas de rua no pós-pandemia acendeu um alerta para as autoridades e foliões: como crescer sem perder a essência?
Eventos tradicionais como a Festa dos Palhaços do Rio Vermelho, o Banho de Mar à Fantasia e o Santo Antônio Além do Carmo enfrentam o desafio da superpopulação.
Em entrevista recente, o secretário da Cultura, Bruno Monteiro, reforçou que o foco é acolher o público crescente sem descaracterizar a identidade local dessas celebrações.
Os Palhaços no Rio Vermelho
Uma das grandes questões levantadas é a possibilidade de novos circuitos ou mudança de datas. No entanto, a posição oficial destaca a importância do pertencimento geográfico:
“Os Palhaços são do Rio Vermelho, eles não são de outro lugar. Eles têm uma identidade, nasceram ali. O que precisamos é pensar em formas de acolher sem descaracterizar esses festejos.”
A estratégia do Estado, de acordo com o titular da pasta, envolve uma atuação conjunta entre as pastas de Cultura e Segurança Pública para criar alternativas logísticas que suportem o volume de pessoas, garantindo que a festa continue livre e democrática.



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